Acho que é o layout, talvez a quantidade de cores berrantes que agora enfeitam este estupendo blog, que tem afastado a minha vontade de escrever qualquer coisa aqui. (O estupendo foi tão irônico. Estupendo é um adjetivo grosseiro, eu acho, principalmente por causa da pronúncia, e talvez só por causa dela.)
Agora que não tenho qualquer obrigação acadêmica (estou sendo otimista), pelo menos não por duas semanas, procurei algo para passar o tempo em casa. (Porque é em casa que pessoas decadentes, pessoas jovens velhas prococes como eu, passam as férias. Onde mais seria, não é mesmo? Festas, shows, viagens interessantes? Não, isso é coisa de gente sem qualquer toque de decadência. Que não é o meu caso neste exato momento e em toda a minha existência, dezenove anos e sete meses ao total. Estou exagerando e dramatizando, direito meu, dá licença.) “E o que você fez, Marília?”, perguntam meus afoitos e apaixonados fãs… imaginários. “Ah, meus lindinhos, eu estava jogando palavras cruzadas, lendo revistas de fofoca da minha mãe, datadas de 4 a 18 anos atrás.”, respondo, quase sem ar só de lembrar quão recheado de adrenalina foi o meu dia.
E eu devo dizer: como as pessoas mudam! Carla Perez que o diga. Ela era tão… exótica. Dinheiro é uma dádiva celeste, pois faz milagres como nenhum outro santo. Ticiane Pinheiro é outra — e seria mais esclarecedor se eu dissesse apenas “Esposa Do Roberto Justos”, essa me fez ler e reler o nome debaixo de sua foto, de tão… exótica que era. St° Dinheiro, meu querido, ajude também a mim que preciso muito mais do que elas. Apareça na minha vida, no meu bolso, na minha conta bancária, e faça um milagre na minha pessoa!
O título desta nobre e cultural postagem — trecho da tocante música do KLB, que dia desses estava ouvindo com minha prima, cantando em coro e dançando, lembrando de que um dia eu cheguei a achar o Leandro bonito — está assim porque não achei algo melhor.