30.4.09

Felicidade é meu sobrenome.

Feriadão promete. Promete caixas e caixas de remédios, principalmente antitérmicos. Atóron ficar doente, com febre, na cama, com umas 5 resenhas pra fazer.

27.4.09

Negação, revolta, barganha, depressão…

… e aceitação.

26.4.09

The Best Of Xongas.

Bienal do Livro da Bahia, a nona. Eu não sei, mas creio que em todos os outros estados ela é mais interessante: mais títulos, mais livros, raridades, novidades, etc. Da última vez que fui, não lembro bem se dois anos atrás ou quatro, foi uma vergonha. Quase todos os estantes com os mesmos livros ridículos. Principalmente aquela versão “pobre” dos clássicos, a R$3. Aí, imaginei que a Bienal de São Paulo, por exemplo, deve humilhar desmedidamente a daqui. Por questões óbvias: primeiro, aqui é nordeste; segundo, nós temos baixo índice de leitura de livros por ano, o que não atrai editoras. Mas, quer saber? Que se fodam os índices. Pode ter pouca gente que lê aqui, mas EXISTE quem lê, gosta e compra livros.

Este ano já não posso reclamar tanto. Tanto, eu disse, de forma que não estava como eu gostaria que estivesse. Estava alguma coisa, pelo menos. Até encontrei um dos meus livros favoritos: O Perfume, de Patrick Süskind. Comprei, é claro. Verdade seja dita: meu pai entrou com o dinheiro, eu entrei apenas com a minha cara-de-pau. O que realmente merece importância é que o livro é meu. Para todo o sempre. Amém.

Deixei até a minha singela marca, com direito a breve merchandising e letra horrorosa:


*“The Best Of Xongas” é título de um livro bizarro que tinha por lá.

22.4.09

Keep me in mind.

Eu não sou boa em recomendações musicais, até porque o meu gosto pra música é excessivamente amplo e bizarro, de começar ouvindo uma coisa calma e terminar em algo brutal & recheado de guturais. Mas como é feriado, e eu não consigo ficar sem fazer nada, pensei em fazer uma compilação.

Compilações precisam de temas, gêneros, algo que defina as músicas que fazem parte. Por exemplo, uma compilação de músicas para o dia dos namorados obviamente tem músicas românticas (que definiria como sebosas & chatas).

A minha é sem gênero ou tema, selecionei músicas bonitinhas para momentos divertidos. Fiz até uma capa, porque ócio pouco é bobagem. Na verdade eu apenas estraguei uma fotografia bonita…

E, com vocês, “Keep Me In Mind”!

01. Cocoon - On My Way [mp3]
02. Lisa Hannigan - An Ocean and a Rock [mp3]
03. Sambassadeur - Kate [mp3]
04. Glen Hansard - Fallen From the Sky [mp3]
05. Britta Persson - You Are The Best [mp3]
06. Yann Tiersen (feat. Dominique A.) - Monochrome [mp3]
07. Centro-matic - I, the Kite [mp3]
08. Vanguart - Los Chicos de Ayer [mp3]
09. Glen Hansard - Trying to Pull Myself Away [mp3]
10. Little Joy - Keep Me In Mind [mp3]

DOWNLOAD
Apesar de saber que ninguém vai baixar, hospedei todas as músicas no 4shared, faixa por faixa. Ócio é assim e tal.

21.4.09

Abre aspas:

“Cryptic status updates about your mental state — ‘Rachel is trying so hard,’ ‘Rachel wishes things were different,’ ‘Rachel is starting her life over’ — don't make you sound intriguing, just lonely and pathetic.” (daqui)

Skeptical boss: [Let’s say that] I’m a billionaire, I can hire anybody for anything. And I’m going to go to an illegal organization and have them build me, program me what? The perfect date? Confessor? Assassin? Dominatrix? Omelette chef? I’m paying a million dollars for that? I can get that! I have everything I want.
Paul: Nobody has everything they want. It’s a survival pattern. You get what you want, you want something else. If you have everything, you want something else. Something more extreme. Something more specific. Something perfect.” (Dollhouse: season 1, episode 1)

“Always forgive your enemies; nothing annoys them so much.” (Wilde)
Pois é.

20.4.09

Where are you, Alan?


(sabino)

São as minhas inciais. Provavelmente de outras tantas pessoas pelo mundo…

Let’s get lost… me and you.

Compromisso para as sete horas. Acordei cedo, estou pronta. Tá chovendo, o clima tá deprimente, nem vou. Se faz sol demais, eu reclamo. Se chove demais, reclamo também. Mas eu sinceramente prefiro um dilúvio como no conto-de-fadas bíblico (Noé) do que aquele solzação fritando minhas parcas células do sistema nervoso.


Notas aleatóricas:

1. Vídeo da série Next Top Model que alegrou minha manhã. Não é toda hora que se vê um modelo PORTUGUÊS, com seu sotaque de PORTUGUÊS, se passando por um BRASILEIRO. Sei lá, talvez a produção da série não tenha encontrado modelos suficientemente bonitos por aqui. Sad. :( (daqui)

2. Uma vez tentei assistir High School Musical. Depois de três minutos desliguei a tv. Não dá, não desce, não consigo ver aquelas cenas bizarras. Se uma pessoa tá no banheiro, num momento muito íntimo de suas necessidades humanas, surge um grupo dançando & cantando alegremente, comemorando o fato de você estar no banheiro. Ou coisa do tipo. E o Zac Efron, nunca entendi o que 99,9% da população terrestre vê de bonito nele. Mas, hoje, entendi. Deve ser o ângulo.

3. Minha descoberta musical recente: Lisa Hannigan. Ela me lembra Fiona Apple, Beirut, Familiar Trees, Alanis Morissete e até um pouco da Björk (melhorada, dessa vez seguindo ritmo das músicas). “I Don’t Know”, “Ocean And a Rock” e “Keep It All” roubaram meu coração para todo o sempre, amém.

4. Nunca pensei que fosse me emocionar com bonecos de vodu. No caso, uma animação sobre eles.

18.4.09

Free as a bird: shopaholic + faltar aula; Kurt Cobain, eu te amo, s2.

Ser aluna aplicada é um arte, arte de poucos e para poucos. Ontem mesmo, numa expressão cabal de que sou aluna exemplar, estava no shopping comprando coisas. Porém, a explicação é essensial para uma boa interpretação dos fatos: eu tinha médico marcado no primeiro período de aula, que vai até às 9h. Problema é que o consultório fica perto do shopping, que fica léguas de distância da faculdade. O shopping, com seus tentáculos & seu diabinho que me tentava do lado esquerdo do ombro, ganhou. Sinto muito, aula, mas eu não pude lhe assistir. A vida é assim, sabe, cheia dessas escolhas difíceis.

As opções eram básicas:
a) seu futuro, emprego, ser alguém na vida, etc.
b) futilidade.

Cheguei lá às 9h, exatamente, e sai às 15h. Ao total, seis horas dentro de um shopping. Essa coisa de não ter janelas ou relógios complica a situação, sem contar as vitrines. Eu entendo a vida das shopaholics, só me falta condição financeira pra ser uma também, eu percebi.


Palavras-chave da semana em quase todos os meios de comunicação, principalmente em blogs: Quinze anos, Kurt Cobain, Morte, Suicídio, Grunge, etc. Aí, acordei, percebi que não tinha falado nada sobre, resolvi fazer a minha parte:



Não acho interessante a ideia de perder minha boquinha no hype.
No gif cegante, eu, Kurt e minha prima num momento de descontração. Dia bom aquele, conversamos bastante sobre música, aquecimento global, como é o céu (“deus existe? tem gatinhos lá?”), paqueras, essas coisas básicas.

Kurt, você mora no meu coração, migo.

16.4.09

It is written.

Pensei que “Slumdog Millionaire” (por aqui é “Quem Quer Ser Milionário”) era algo tosco, estilo “Rivaldo, sai desse lago” ou quaisquer dessas produções indianas macabras. Mas eu estava errada. É isso que dá ter qualquer conceito pré-estabelecido.

Bem merecido todos os prêmios que ganhou. Deveria até ter ganhado mais. Aliás, deveriam criar prêmio pra protagonista mais bonitinho: Dev Patel ganharia.

Mããs eles não negam as raízes: os créditos finais mostram que “Rivaldo, sai desse lago” e sua coreografia criativa estão presentes no sangue indiano. É inerente, é intrínseco.

E a trilha sonora é ótima, mesmo.

13.4.09

Como ganhar dinheiro dormindo.

Novamente entre a bagunça do meu caótico ambiente de dormir, mais um caderno esquecido entre tantos: meu caderno vermelho. Depois de sucessivas tentativas de manter um diário, que foi prazerosamente rasgado página por página e jogado no lixo de diversas partes de Salvador, eu tentei manter um diário incomum. Um caderno vermelho sem datas e com um único parágrafo por dia.

Não deu tão certo, eu não consigo escrever frequentemente em qualquer lugar que seja. Menos aqui, porque eu sou really addicted to internerd. Vida social pra quê, não é mesmo?

Então eu resolvi copiar algumas coisas dele pra cá, excluindo qualquer coisa que possa me comprometer ou revelar meu elevado desequilíbrio emocional. E também porque eu estou com muita preguiça de estudar sobre processos cognitivos.

Pensando bem, é melhor evitar constrangimento desnecessário.

Pois é.


Mais uma vez, seguindo a rotina, percebi que eu realmente tem uma ímã que atrai pessoas “espaçosas” em qualquer tipo de transporte coletivo. Digamos que eu esteja num ônibus vazio. Vazio não de forma literal porque é fundamental um cobrador e um motorista. Reformulando: um ônibus com diversos assentos vazios. Então, sento-me em um lugar que aparente paz e tenha janelas ao lado. O que acontece? Ainda com o ônibus não-cheio, alguma pessoa espaçosa senta-se ao meu lado, sempre. Seja por excesso de massa corpórea, seja por usar uma bolsa enorme, ou um homem que acha conveniente formar um ângulo de 90º (ou mais) separando uma perna da outra. É incrível. Preciso de uma plaquinha “eu quero 100% do meu banco, eu paguei, sente em outro lugar porque eu não vou ceder meu espaço”. Aquele separador de bancos deveria existir em todo e qualquer meio de transporte público.
Sempre que tenho aula de filosofia e tenho que estudar um sono inexplicável surge e meus olhos fecham. Simples assim.

E o Pierrot apaixonado chora pelo amor da Coooolombina.

Leve preguiça de existir momentânea. Mas o dever me chama nesta segunda-feira de previsível calor infernal. E a música do Los Hermanos não sai da minha cabeça desde o show do Marcelo Camelo. Por falar em show, ontem teve Zeca Baleiro e eu não fui. É complicado não ter carro em Salvador num período tão pacífico quanto o da Faixa de Gaza… Mas, também, onde já se viu show num domingo de Páscoa às 19h?

12.4.09

Mãe, eu quero ser a Shakira.

Perdi alguns preciosos minutos assistindo o clipe novo da Wanessa Camargo, que agora é só Wanessa. Grande coisa. Muita diferença tirar um sobrenome, ela continua com uma voz desagradável e desafinada. Eu aconselharia mudar de cordas vocais, mas acho que esse tipo de transplante ainda não existe. Esperemos a ciência evoluir um pouco mais.

O clipe. Eu posso afirmar que a Wanessa, como agora prefere ser chamada, foi ao mesmo salão de beleza da Shakira e contratou o mesmo produtor de clipes da Nelly Furtado. Mas não adianta tudo isso, a voz dela estraga todas essas tentativas.

O lindo clipe da nossa super cantora tupiniquim acompanhada de um rapper gringo pode ser admirado (cof) aqui. O interessante é que se alguém tiver alguma opinião divergente da dos fãs cegos, é por pura inveja; além disso, seu comentário será deletado. Não se pode abrir os olhos dessas estrelas da música. Snif.

Memory is merely a record.*

(Atenção: este post é fruto de uma manhã dominical devaneante.)

“What isn't remembered never happened. Memory is merely a record. You just need to rewrite that record. […] You should just rewrite bad memories.” (Serial Experiments Lain)

Se um dia eu fizesse uma arrumação geral nesse ambiente caótico (quarto), com certeza eu acharia diversas anotações minhas. Daquele tipo que não pode, não deve e não vai cair nas mãos de ninguém. Do tipo que nem eu mesma deveria ler, pra não sentir vergonha de mim ou do que eu fui. São tantas besteiras…

Tinha um caderno azul bem na minha frente, entre os livros didáticos e dvds. Era uma espécie de diário e tinha lá essa citação do anime Lain, o único que vi e gostei realmente. O universo otaku/anime/japão/etc não me atrai, na verdade esse universo e eu são como dois lados iguais de um imã: a gente se repele, com força.

Lain é um anime denso. De você ficar perdido entre a personagem principal, as falas, o cenário e as várias questões que surgem a cada episódio. Cada um tem sua interpretação do desenho ou recorre ao google/fóruns procurando um senso-comum, teorias e variantes, ou simplesmente não entende e não gosta. Eu nunca entendi bem, mas gostei logo de cara. Empatia ou sei lá o quê, eu acho.

Eu gostaria de poder reescrever memórias ruins, pra que todas fossem boas ou somente deletadas. “Não gostei disso, shift + delet”, as coisas seriam mais fáceis. Ou um reset quando estiver muito complicado.

Mas o que eu queria mesmo era não apagar as minhas lembranças, mas as das pessoas. Como no filme “M.I.B.”, por exemplo. Ter um MIB Neuralyzer Men in Black é meu atual sonho de consumo. Porque o problema não é só fazer, errar e relembrar essas coisas toda hora: é fazer, pessoas verem e lembrarem disso junto com você.

10.4.09

Ócio optativo + hiperatividade virtual = blog novo.

Criei mais um blog. Acho que não canso de fazer isto. Se, sei lá, eu ganhasse dinheiro com adsense, ou eu tivesse leitores, ou tivesse algo útil pra escrever… até justificaria a obsessão. Mas, não, né. É tudo falta do que fazer, tudo fruto do ócio optativo. Optativo porque eu deveria estar estudando ou arrumando esse ambiente caótico que é comumente chamado de quarto, só que… bem, eu optei pelo ócio. Falta do que fazer facultativa, é isso.

Ao total, de acordo com o painel do blogger, são catorze. Catorze blogs, maioria bloqueada ou só pra guardar url porque eu sou egoísta e tal.

Enfim… “Oh, Marie” nasceu numa sexta-feira santa, graças ao meu ócio optativo & hiperatividade virtual.

8.4.09

Da crise existencial de quarta-feira.

É difícil ser uma pessoa contraditória. Principalmente quando a contradição não é por escolha pessoal, é fruto de uma personalidade indecisa e incoerente. Ser aquela metamorfose ambulante, a do Raul, não é tão legal assim. Só na música, talvez. Aqui, aqui na vida real é um saco.

7.4.09

Cantadas modernas.

If you were a song… I'd put you on repeat”.

Arrebite 10ml.

Acho que qualquer pessoa levemente hipocondríaca e que tenha o mínimo de conhecimento internético, googla os seus sintomas a fim de descobrir o que tem. E foi o que eu fiz. Depois de escrever sobre a minha possível “asma psicológica”, pensei que isso poderia realmente existir, daí recorri ao google. E caí no meu blog. Ok, não existe.

Aquela frase de que brasileiro não desiste, pela primeira vez, aplicou-se a mim. Mestre Google tinha de dizer o que eu tenho, porque eu devo ter alguma coisa. Essa falta de ar bizarra, que não é bem falta de ar, porque eu respiro e se eu não respirasse… bem, então eu não estaria mais aqui, etc.

Aí, Google amigo me disse que devo ser uma pessoa estressada. Anh, estresse = doença moderna. Sintomas: falta de ar, palpitações. Bateu. Ainda falou sobre sono excessivo, e eu ando dormindo muito, mesmo. A ponto de não conseguir ficar com os olhos abertos durante a aula de filosofia. Só que aula de filosofia é realmente um sonífero natural e todo mundo dorme. Duvidando, até o professor dá seus cochilos porque ninguém perceberia. Então… a ponto de não conseguir encostar na cama e não dormir.

Como ainda não fui ao médico, indo contra todos os conselhos de “não se auto-medique, etc.”, fui à farmácia procurar alguma coisa que deixasse meus olhos abertos. Comprei uma coisa estranha, de nome duvidoso, que é energético e... afrodisíaco (coisa que só li depois de beber todo o frasquinho). Só que não são os ingredientes que fazem as pessoas não dormirem. É algo muito mais simples: o gosto. Aquilo que tomei tem um gosto, eu sei não, algo intragável. O sono vai embora na base do susto.

Agora eu vou estudar.

Acho que o remédio já fez efeito, visto que estou escrevendo excessivamente sobre coisas aleatórias que não acrescentariam nada na vida de ninguém, até mesmo dos para-quedistas que vêm aqui procurando por “como fazer créu” ou “de onde surgiu o Rip -Rop” (sic).

(Acho que deletarei este post muito em breve.)

Educação sentimental II.

“Sorte de hoje: Trate os defeitos dos outros com a mesma consideração que lida com os seus”.
Se é assim… a partir de amanhã começo a depreciar todo mundo.


Acordei cedo (4h47) pra estudar. Eu deveria estudar agora. Eu deveria ter estudado desde a hora que acordei. Mas, não: eu estou na net, precisamente no orkut, olhando a “sorte” do dia e rindo das fotos novas dos outros, concluindo que tem muita gente sem noção adicionada.

6.4.09

Transporte coletivo, asma psicológica & “eu deveria estar estudando right now”.

Acho que tenho asma psicológica. Quer dizer, não sei se existe esse tipo de asma, se é asma mesmo, ou só, sei lá, uma falta de ar momentânea por motivos psicológicos. Mas o ar anda me faltando vez por outra. E não é bem uma falta de ar (tem oxigênio ao redor, pelo menos), é como se… o ambiente me comprimisse. Não tô muito bem da cabeça.

A pergunta é: alguma vez estive?


Pensei em escrever sobre meu sofrimento por falta de carro. Sobre como ser uma pessoa subnutrida atrai pessoas excessivamente adiposas para sentar-se ao lado num transporte coletivo, e que esses seres pensam que:

a) só porque eu tenho pouca gordura corporal eu me sinto CONFORTÁVEL sendo espremida entre a pessoa “cheinha” e a parede do ônibus;
b) que por ser magra e não ocupar 100% do assento, estou doando, de bom grado, o espaço que sobra, a fim de ficar desconfortável por ser altruísta.

Também pensei em escrever sobre seres espaçosos do sexo masculino que, para ventilar suas partes íntimas & salientes, acham necessário formar um ângulo de 90º graus ou mais entre as pernas. De forma que:

a) a minha pessoa, por ser levemente subnutrida, acha interessante e agradável ficar espremida, porque sou gentil e quero ceder meu espaço para o conforto de suas partes íntimas;
b) que mulher (ainda mais se parecer um palito) tem, por obrigação, que espremer-se para que a abertura de 90º graus das pernas masculinas aconteça.

Mas só que:
a) eu deveria estar estudado;
b) eu deveria mesmo estar estudando.