30.12.08

Saideira.

Às vezes, e esse "às vezes" pode ser um quase sempre, esqueço a quem pertence este blog. Esqueço que é meu, esqueço toda a liberdade que isso me dá. Escrever o que eu quiser aqui é a regra. Vou tentar transformar os "às vezes" em "nunca mais". É meu, faço o que quiser, eu mando. Sem amnésias daqui pra frente.

Deveria dormir, pois o dia de amanhã promete ser agitado. Mas, como? Estou muito ansiosa para dormir. O sono foi embora sem se despedir e dizer quando voltaria. Também não pretendia dar as caras por aqui, mas o ícone do bloco de notas estava me chamando e meus dedos (nota fútil: com unhas recém pintadas de vermelho pro ano novo. Descomplicações no campo emocional seriam muito agradáveis) não resistem.

Promessas pro ano que vem são muitas, quase as mesmas que fiz no último Reveillon. Não cumpridas, quase todas. As principais, então, nem se fala... Vejamos se no próximo cumpro, no mínimo, as cinco metas principais da lista mental.

Marília, coragem, menina.

Tentando me acalmar ouvindo música. Não tá ajudando. Músicas animadinhas me deixam com vontade de sair cantando pela rua ou de ir à praia à noite, gritar, rodopiar, me jogar na água, deitar na areia, gritar novamente, me jogar na água mais uma vez, etc.

Como sou uma atéia (com acento mesmo, e que a reforma ortográfica vá tomar na íris do olho de seu oríficio anal) não-praticante, passarei a virada de ano colorida. O que vier é lucro, sabe? Sendo coisas boas, obviamente. Vermelho, amarelo, verde, azul, rosa, preto, branco e todas as cores possíveis. Eu já gosto mesmo de muitas cores, então, ok.

Novo hino do Brasil: "Aluga-se", dos Titãs.

"Aline", micro série da Globo, foi tão legalzinha. Por que as coisas boas duram tão pouco? Pra não enjoar? Deve ser. Prefiro enjoar das coisas boas do que das ruins. Ouvir Beatles até explodir do que ouvir, hm, Capital Inicial uma vez por ano. Esse ódio platônico é tão feio. Acontece.

WMP no modo aleatório: "É Preciso Saber Viver", Titãs. Hm, indireta? Ok, I get the point. :\

"The Secret Life of The American Teenager" é uma série boazinha. Mais uma vez: por que coisas boas duram tão pouco? Eu entendo que eles estão em "hiatus", mas a qualquer momento pode ser cancelada. Como viverei sem o Ben? Minha alma gêmea, apesar de muito romântico (coisa que eu tenho quase certeza de que não sou nem 5%), em forma de personagem?

A pior coisa: esquecer a senha daquele blog de 2002 que destrói toda a sua imagem, mesmo que ela já não seja tão boa. O salvador da pátria: ter usado nickname nesse blog, o que, ainda bem, faz com ninguém o ligue à sua pessoa. Como é mesmo a porra daquela senha?

Todos os arquivos de séries que baixei já foram vistos. O que fazer? Escrever uma quase Bíblia para o blog? Filme nem pensar, não conseguiria me concentrar em alguma coisa com duas horas de duração. Nem mesmo aquele filme com aquele cara que é coadjuvante mas que vale pelo filme todo, e todos as repetições da mesma cena em que ele está. Se alguém descobrir o nome do filme e qual personagem é, eu juro que me mato. Hehehe.

Me sinto tão bem, apesar da ansiedade, tão bem, que é até estranho. Como pode? Tem alguma coisa errada aí. Que bom que tem. Estou adorando essa felicidade exagerada.

To: 2009 / Subject: Pedido.

Dois mil e nove, seja um ano bonzinho pra mim. Por favor.

29.12.08

Dos meus momentos filosóficos.

Raiva faz bem pra pele e ninguém é robô pra ficar bem all the time.

28.12.08

Dale a tu cuerpo alegria, Macarena!



Minha infância foi tão brega.

Engraçado, ainda sei dançar certinho. Não que eu esteja dançando agora, na frente do pc, com a música no último volume. Claro que não, magina. Cof.

27.12.08

Trouble.

Quando se ouve uma música sem parar, coloca-a na lista de Músicas Felizes Para Dias de Sol, e começa a ficar deprimida porque a música é feliz demais, é grave? Esta pessoa, que hipoteticamente pode ser eu, ela deveria procurar um médico?

26.12.08

Hohoho.

Todos os artistas da minha página inicial de "recomendados", no Last.fm, são os que menos gosto. Uns por implicância, por ódio musical, uns que acho que não deveriam cantar, entre outros fatores que, de tantos, são incontáveis. Até Capital Inicial, a banda que faz parte da Trindade do Ódio Musical (dividindo espaço com Blink 182 e Claudia Leitte - incluindo todas as futuras bandas que ela fizer parte em vida), tá na lista. Aliás, o primeiro da lista. Só pode ser piada!

E me recomendaram "A Paixão Segundo G.H.", da ultra mega super overrated Clarice Lispector. Já disse que ela precisa de férias urgentes pro Turbequistão? E eu já li o livro. Não gostei, achei uma merda. Sim, eu achei uma merda. Será que só eu no mundo acho aquilo um desperdício de folhas? Não existe uma outra viv'alma que não ache que ela é TUDO no mundo, a melhor das melhores da melhor das escritoras que já colocaram o pé na terra? Por favor, se existir mais alguém, dê um sinal de vida. Me sinto só, excluída mesmo.

Pode não parecer, mas estou super bem humorada e contente. De verdade mesmo. Sem ironia.

23.12.08

Monochrome.

Acho que falta uma semana pra 2008 ir embora. E, se por falta de despedida: tchau! Contudo, não foi um ano ruim, se analisado de uma forma superficial. Nenhum ano poderia superar 2007, pior de todos os anos da minha existência fastidiosa; e nem o de 2006, que foi uma porcariazinha fétida, no entanto, não tanto quanto seu sucessor. Como disse, é impossível superá-lo. Sinto muito, todos os outros 18 anos da minha vida. Dois mil e sete venceu.

Sinto a presença de uma entidade emo em meu ser. Emo e rabugenta. Assim, pois, estou recheando este blog de reclamações. Como se já não estivesse superlotado de coisas deste tipo.

Meu computador, entrando no clima de depressão-de-fim-de-ano, está adoentando e funcionando de forma podre. A janela do meu quarto está aberta. Eu, se fosse ele, tomaria muito cuidado com uma jovem nervosa, tomada por um espírito emo, que tem ataques de defenestração. Quando o gabinete, monitor e toda a tralha sair voado pela janela, que não me venha reclamar e pedir perdão. É um aviso. Não, uma ameaça. Uma ameaça!

Adoraria entender o motivo de pessoas à beira de um ataque de nervos comerem chocolate. Faz efeito? Melhora? O que acontece? Porque comigo não ocorre nada. Chocolate não faz efeito em mim. Tem uma barra de Alpino me olhando e o máximo que consigo pensar é "não vou te comer", como um cara gatão dando o fora numa baranga desesperada. Deve ser porque eu não sou chocólatra, o que me difere de 99,9% da população terrestre e de todo ser vivente que o consome, incluindo universos vizinhos.

Eu sou tão engraçada. Estou rindo. Ha. Ha. Ha. Não, não estou.

And the Oscar goes to... the drama queen... Marília. Clap! Clap! Ela merece o douradinho pelado.

Um beijo pra minha mãe, pro meu pai, pra minha cadela, pro cara que sentava na minha frente (tão lindo! Será que ainda está vivo? Eu espero que sim, pois um dia nos casaremos e teremos 7 filhos! Enquanto eu trabalho, ele cuidará dos moleques) e um especialmente pra você. É, você mesmo! Hm, peraí, ninguém lê isso. Ok, um beijo pra mim mesma. De cinema, de tirar o fôlego, pra deixar quem estiver ao lado morto de vergonha - e inveja.

21.12.08

Ao Progenitor Natalino.

É sua época, eu sei. A árvore cheia de enfeites é uma das prova de que sua data tá chegando. O cheiro de hipocrisia já tomou conta de todos os lugares possíveis. O mundo todo anda bem vermelho e verde, já. Então. As coisas não podem ficar, tipo, 100% bem? Tem que foder com alguma coisa, mesmo que pequena - e, no caso, enorme? Faz o favor de trazer o que você levou. Antes do dia 25. Entendeu ou quer que eu desenhe com agulhas na sua testa?

With love,
Marília.

20.12.08

15 Step to make a Twilight.

Me rendi ao hype e fui assistir Twilight (Crepúsculo), justo na estréia. Nada de muito construtivo para a sexta-feira mesmo, por que não cinema? Apesar de a protagonista, que até agora não sei bem qual o nome, só balbuciar, talvez por escassez de diálogos, e fazer expressões estranhas de eterna dor estomacal, é bem "assistível". E o vampiro, o Edward, coisa fofa e bem "sequestrável" para a minha casa. Mas a melhor parte do filme foram os créditos finais. Perceba a loucura que toma conta do meu ser em dar atenção aos créditos, não por interesse em quem participou da produção ou do elenco, mas pela música que estava tocando. E ERA RADIOHEAD. "15 Step", do In Rainbows. A sensação de ouvir Radiohead numa sala escura, refrigerada, com um som ajeitadinho, acústica ótima, quase um show, é delirante. Então, pirei. Não parei de pronunciar Radiohead até chegar em casa para a pessoa que estava comigo. Hahaha. Crazy.

19.12.08

Manacá.


Manacá é banda que eu gostaria de fazer parte, tem as músicas que adoraria ter escrito, as melodias que gostaria de ter composto.

Myspace/ Site oficial / Mp3.

Desafio.

Numa manhã qualquer, ao passo que ouvia Yann Tiersen, que não foi perguntado, dei uma olhada nos tópicos duma comunidade, a Citando Filósofos. E num tópico havia um desafio: escrever sem a letra A. Pensei ser fácil, me enganei. Só para manter como troféu da falta do que fazer: "Verei se consigo... É, é difícil. E num poço de sinônimos, difícil é obter verbetes sem o funesto... O tinhoso vive em direções mil! Penoso produzir um texto desse modo. Porém, é curioso e único. Gostei."

18.12.08

Love for the child.

Jason Mraz, minha não tão recente descoberta musical, salvando o meu dia. Ouvindo "We sing, we dance, we steal things", o terceiro álbum feito em estúdio por ele, e dançando pelo quarto, sorrindo feito boba, suspirando, tudo como se estivesse apaixonada. Apesar de não estar. Ou talvez não por um ser com nome e sobrenome, só pela música, pelo momento, pelo solzinho fresco lá fora.

Pessoas que escrevem bem são tão lindas, perfeitas, apaixonáveis. Não tem coisa mais feliz que ler um texto bem escrito, cheio de sentimentos e fofuras.

Me sinto tão patética. A melhor parte é que estou gostando disso.

16.12.08

Eutanásia.

Após uma noite muito mal dormida, regada por insônia e mal-estar, acordei cedo (se consideradas pouquíssimas horas que consegui fechar os olhos e descansar), liguei meu computador para passar o tempo. Ouvir música, baixar álbuns, ver filmes ou séries que baixei há tempos e não pude ver. Essas coisas. Além disso, resolvi dar uma olhada na minha caixa de e-mails, que não via há séculos, e a desculpa é a mesma: falta de tempo. Havia umas 46 mensagens não lidas, alguns spams, mensagens avulsas, por aí. Achei uma mensagem de uma associação cristã, da qual não lembro de ter me inscrito pra receber notícias. E se me inscrevi e não lembro, provável que a taxa de álcool em meu sangue estava elevadíssima.

Segue:

"Vou lhe fazer uma pergunta grosseira. Por favor não se ofenda. Faço isso apenas para ilustrar a gravidade do que está acontecendo. A minha pergunta é: Se uma pessoa que você queira muito bem estivesse muito doente o que você faria: * Você seguraria a mão dela e lhe daria conforto para que seu ente querido se sentisse amado nos últimos momentos de sua vida? * Ou será que você daria veneno para quem você gosta, só para você se ver livre mais rapidamente daquela pessoa doente? Pelo Amor de Deus! Eu sei que você nunca daria veneno para ninguém, muito menos para alguém que estivesse doente. Fiz essa pergunta horrível apenas para ilustrar como é terrível esse crime que se chama: eutanásia."

E por aí continua uma lenga-lenga infinita de motivos para você considerar que eutanásia é uma forma fria e cruel de matar um ente querido que está enfermo. Agora, uma pessoa que você ama muito está numa cama de hospital, sentindo dores inimagináveis, sofrendo por si e até por você, ao te ver tão infeliz com a situação. Você, então, vendo o seu estado gravíssimo, deseja que um milagre aconteça: que levante, que fique bom como num piscar de olhos e que toda aquela dor passe, que aquele momento vire apenas uma recordação ruim mas de superação. Milagres não acontecem. E se acontecerem, são raríssimos. E a pessoa continua sofrendo numa maca, enquanto o milagre não acontece, o remédio já não faz efeito, os médicos abrem seus olhos dizendo que é para esperar o pior. O pior? O pior não seria continuar com dores fortíssimas? Às vezes, há de se convir que a morte põe um ponto final nas dores e é, de fato, um descanso para quem sofre tanto.

Por que você, pessoa que ama, não pode decidir entre deixar que sofra ou que apenas descanse em paz? E se decidir pelo último, como ainda podem te chamar de homicida frio? Frieza é ser complacente com a situação. Abandonar quem sofre a toda uma sorte de tristezas, de sensações desagradáveis, num leito de hospital é amor? Segurar a mão não faz a dor sumir... é só um paliativo.

Eutanásia? Sim!

This is where we live.

Do last.fm, conheci um dos sites da rede de refrigerantes Kuat, o Colectivo. Blog interessante, sobre coisas mais interessantes ainda. E eis que me deparo com uma postagem sobre o aniversário de 25 anos de uma editora britânica, a 4th Estate. Para comemorar a data, fizeram um vídeo de animação sobre seus livros. E é, definitivamente e sem puxa-saquismo, uma das animações mais bonitas que eu já vi!


via Vimeo

Também pode ser visto pelo Youtube.

15.12.08

Tylenol 750mg.

Nota mental em tom de confissão: não comemorar antes de tudo ficar bem esclarecido, bem definido, sem qualquer possibilidade de imprevisto do destino maldoso. É bom ser pessimista por isso. Se der errado, ótimo, você já esperava. Se der certo, ótimo, a emoção é maior porque você NÃO esperava, o que não acontece com otimistas fodões tudo-vai-dar-certo-amém.

Agora estou com febre. Ou uma quase febre, já que por uns zero-vírgula-alguma-coisa chego aos 37º. Mas já estou mal. Daqui meia hora deixo de ser um zumbi andante. Uma prece para que o remédio faça efeito.

Meu violão em mãos antes do ano que vem. Se os vizinhos enchem meu saco inexistente todos os dias da minha pobre vida neste apartamento, eles que agüentem minha voz tosca e meu futuro violão desafinado sempre que tiver vontade de usá-los.

& is now online.

"At first, I was afraid, I was petrified [...] And I spent so many nights just feeling sorry for myself. I used to cry, but now I hold my head up high! And you'll see me, somebody new, I'm not that chained up little person."

E eu nunca dei a devida atenção à letra. Até que ontem, enquanto ouvia músicas pelo celular, numa pausa dos estudos, comecei a dançar pela casa loucamente. I will survive! Eu espero.

Ontem, o rapaz da cadeira da frente pegou o mesmo ônibus que eu. E eu achei que nunca mais o veria em vida. Seria o destino? I want you, I want you so bad!

Uma semana (e alguns dias de brinde) sem ouvir minhas amadas mp3s. Last.fm às traças. E a vida também, por enquanto. Here comes the sun and I say it's all right.

11.12.08

Ciúme musical.

Brasil, 9 de dezembro de 2008. A música "Elephant Gun", da banda Beirut, vira hit nacional graças a mais nova série global, "Capitu". Marília, uma garota qualquer neste vasto país tupiniquim, que não é fã da banda mas tem uma grave doença de nome Ciúme Musical, revolta-se.

Young folks.

Peter Bjorn & John na novela das oito. Esse assovio me persegue. E eu adoro.

10.12.08

Don't fall in love with everyone you see. *

Hoje nós conversamos. Não foi bem uma conversa de horas, não falamos sobre a crise econômica, sobre nossas vidas, sobre o clima lá fora, sobre ex-amores, sobre como ele é uma fofura. Nos falamos, enfim. Mesmo que sobre qual página da apostila era pra ler e que eu tenha feito a pergunta, mesmo que ele tenha respondido um "não sei, também estou procurando", com um sorriso tão bonitinho. Percebi, então, que ele também usa aparelho, que é tímido, que é novato e que temos tudo isso em comum. Uma gracinha, como diria a Hebe Camargo.

Uma gracinha, também, o rapaz que faz o papel do Bentinho mais velho na nova série da Globo, "Capitu", inspirada no livro do Machado de Assis. E, por sinal, não vi por completo, já que todo o sono do mundo tratou de me dominar, me fazendo desmaiar na cama, de tão cansada que ando esses dias.

Martin Luther King Jr. e seu bigodinho de porteiro. Apesar de ser quem é, tal espécie de bigode continua na lista das coisas mais abomináveis no rosto de um ser humano.

* Irônico. Abri o WMP a fim de achar um título para o post, e dei de cara com o nome do álbum do Okkervil River. Tudo a ver.

9.12.08

Cold play.

Nos vinte minutos de intervalo, olhei para as minhas unhas e elas estavam roxas. Faz muito frio por lá, muito frio. A vontade de levar um par de luvas, caso eu as tivesse, não me sai do pensamento. E lá tem ele, o rapaz da frente, que me faz ignorar a temperatura absurda por alguns segundos. Parece ser esforçado, bom rapaz, daqueles honestos, típico mocinho bonzinho de filme romântico. Dá vontade até de levar pra casa.

Acho que o Policarpo Quaresma era INFP e andou lendo Schopenhauer. "A vida era uma decepção, uma série, melhor, um encadeamento de decepções".

7.12.08

É que Narciso acha feio o que não é espelho...

Do celular nuevo.

6.12.08

Cefaléia e cafeína.

Minhas amiguinhas do peito nesta semana que logo se inicia.

E em minha mente, hoje: Thomas Robbes, natureza, sociedade, guerras mundias, capitalismo, homem, Estado, Friedrich Ratzel, em loop.

Coffee & TV.

"Sociability is hard enough for me. Take me away from this big bad world and agree to marry me, so we can start over again"

É, eu deveria pular de alegria agora. E gritar como minha prima fez ao telefone, enquanto me contava o que aconteceu... comigo. Incrível como eu fui praticamente a última a saber. Também nem fez real diferença em minha vida. Demorou demais, perdeu a graça. O prazo de validade para comemorar "vitórias" como esta venceu ano passado.

Como disse alguém do meu msn, meu firewall social está ligado. Sempre esteve, aliás.

2.12.08

Mad Coeur com roupa nova.

Porque quase todos compram roupas novas para as festividades do fim do ano; contudo, não há o que impeça um blog de fazer o mesmo, com direito a roupinha branca - devidamente clichê - como a época pede.

Dark moves of love.

Fui assistir a um dos filmes massacrados pela crítica, da especializada à boca do povo, há uma ou duas semanas. De fato, o filme não tem nada de emocionante. Porém, tudo sempre tem um porém: o filme foi salvo por um personagem de segundo plano. Este personagem que me fez rever a única cena onde aparecia por mais de três minutos umas cinqüenta vezes e que despertou, de forma avassaladora, todo o meu amor platônico.