28.11.08

Tragicomicidade.

Triste; porém, se visto de um fator que tanto defendem, chega a ser cômico. Seria a hora pra rever os conceitos, não? Eu acho que sim.

27.11.08

Morri!

Ai meu pobre coração! Tipo, estou desesperada. É isso, fim.

25.11.08

Soteropolis Spring Rain.

— Poderia ser pior? - pergunta, já descrente de que maior azar que o dele não existe.
— Sim! - gritam, como num coral, todos os seus outros eus.

Caiu na roda: ou acorda, ou vai rodar.

*

Michael Bublé no Brasil e eu nem sabia. Vergonha. E como ele é bonito, mais do que achei que fosse. Mais do que todas as suas fotos juntas e editadas com o Photoshop. E como canta bem! Parece ter todo um senso de humor contagiante. Eu já gostava, passei a gostar bem mais. Mais uma paixão platônica musical. [/Marília e suas paixões platônicas]

Daqui uns dias pego minha mala e tirarei férias de Salvador. Seria possível que o tempo cinza, nublado, chove-não-chove parasse? É que, mesmo que meus biquínis me acompanhem na mala e que eu não vá usá-los mesmo que faça sol, esse clima acinzentado traz toda uma sorte de pensamentos deprês & afins.

Tenho uma relação meio complicada com a banda Placebo. É como se a vontade de ouví-los viesse só de séculos em séculos. Meu cd tava ali no cantinho, coitado, intocado fazia longa temporada... até que, ontem, não se sabe, a vontade de ouvir English Summer Rain trocentas vezes voltou. "Always stays the same, nothing ever changes [...] Hold your breath and count to ten. And fall apart and start again, start again".

22.11.08

Mulheres Apaixonadas.

Em 2003, exatamente lá, eu era absurdamente "apaixonada" (não era paixão de verdade, não poderia ser) por um ator. Doente, doente mesmo, de comprar posteres, de comprar revistas-lixo só porque ele tava lá, mesmo que numa foto 3x4. Sabe pré-adolescência? Então. Eu tinha só doze anos, dá um desconto.

A novela que ele fazia acabou, ele sumiu. Evaporou, ninguém mais ouvia falar nele. Na mesma proporção, minha paixonite escafedeu-se. Comecei a sentir vergonha de mim, dos posteres, das revistas, de tudo. Foi tudo pro lixo, juntamente com a "fanzice".

Aí, 2008 chegou. Cinco longos anos depois, a novela começou a reprisar na Globo. A paixonite não voltou com ela, graças, mas a vergonha de um dia ter sido tão doente persiste. O problema é que eu gostava da novela, continuei gostando, descobri que alguém sem muito o que fazer grava cada capítulo e coloca no Youtube. O que me fez pensar que eu preciso baixar todos os vídeos, gravar em dvd e ter a novela pra sempre comigo.

Percebi que continuo doente. Fim.

Vizinhos.

Dai-me forças, Deus, segura a minha vontade de espancar meu vizinho infeliz que resolveu brincar de bater bola na parede e acordar todo o prédio. Deus, faz com que este homem de TRINTA anos aja como alguém adulto. Porque eu vou matar esse cara, mesmo que eu tenha de desenvolver meus podres psíquicos para tal. Porque, obviamente, nos alto dos meus 1m65 e míseros 50kg, não o vencerei numa luta física.

São 8h35 e meu vizinho infeliz deseja acordar todo o bairro.
E eu desejo matá-lo de uma forma bem brutal e cruel.

21.11.08

Malemolência.

Deveria ter conhecido a Céu mais cedo.

19.11.08

Falsas árvores de plástico.

Eu tava refletindo sobre meus problemas atuais. Não são muito, realmente não são. Dá até pra contar todos nos cinco dedos na mão, e é capaz de sobrar dedos, mas eles pesam. Mesmo sendo poucos, eles pesam, e estão pesando exatamente agora. É chato falar sobre problemas na internet, porque você se mostra fraca pra desconhecidos (e até conhecidos que querem que você morra e feda na calçada mais próxima), porém, estou com vontade de escrever, de digitar tudo aqui. Porque, veja bem, o blog é meu. Sendo meu, faço o que bem quero, até reclamar da vida num estilo absurdamente emo e sem sentido.

Tô aqui ouvindo Radiohead sem parar. Radiohead me deprime de certa forma, mas não hoje. São só músicas. E tem o show ano que vem, que, examinando minunciosamente meu histórico de azar, vou ficar em casa chupando dedo e ouvindo minhas músicas no computador, enquanto imagino quão extremamente foda seria estar no show. Quão perfeito seria ouvir o Thom cantar, de poder estar lá vendo tudo ao vivo, poder dançar, cantar, gritar, fazer tudo o que se faz num show de uma banda que você gosta muito. Mas seria bem pior se eu fosse fã, daquelas bem fanáticas e desesperadas, porque estaria chorando desde já. Ou até com uma gilete em mãos, enquanto encarava meus pulsos e pensava em qual sentido começaria a cortá-los. Entretanto, eu não sou fã. Meus pulsos estão salvos.

E tem aquilo. Aquilo que tá na minha mente e não sai. Digamos que estou no modo "piloto automático", hibernando e juntando as energias pra quando aquilo explodir de vez.

Existe aquele outro. Contudo, aquele outro caminha pra solução. Dois passinhos pra tudo dar bem certinho, quase como num conto de fadas. A Branca de Neve que comeu a maçã envenenada e espera seu príncipe dar o tal beijo. A cena é esta: achei o príncipe e ele tá a dois passos de mim. Só que... ele pode tropeçar, cair, morrer de uma ataque fulminante durante o percurso. Nunca se sabe.

Murphy, velho de guerra, colabora. Fica na tua. Leave me alone forever!

"He said: I been where I liked, I slept with who I like. She ate me up for breakfast, she screwed me in a vice. But now I don't know why I feel so tongue-tied".
Aí, hoje, observando a vida alheia, cheguei a conclusão de que quem tem muito, ainda assim, reclama da vida. Nunca tá contente com o que tem, mesmo que já tenha tudo. Tudo. Só que, pra algumas pessoas, pessoas essas que estão piores que eu (lenda!), acham que tenho demais e reclamo a toa. É isto: vida dos outros é vida dos outros, cada um sabe do seu calo, onde ele aperta e coisa e tal. Mas que é revoltante, é. E a vontade de descer a porrada na maioria dos mimados-têm-tudo existe e grita dentro de mim (não é esquizofrenia, que fique claro).

18.11.08

Bipolaridade de eletrodomésticos e Radioheadianismo.

Meu computador, meu tão querido e odiado computador, resolveu não funcionar. Nenhuma novidade nisto, porque já estou acostumada com todas as diversas crises de humor que esta máquina tem.

Então, aqui estou usando o bloco de notas com o pc no modo de segurança com rede, já que a inicialização normal do Windows não funciona de jeito nenhum (nem com batida, chutes ou reza braba). E como eu sei que terei de formatar, estou tratando de pôr todos os meus arquivos num hd virtual pra depois ter todo o cansativo trabalho de baixar tudo novamente. Lindo.

Porém, tratando-se de azar, poderia ser pior, bem pior. Na última formatação forçada, nem no modo de segurança a coisa funcionava. Sendo assim, foram vááários arquivos direto para o limbo. Isto porque não sei como recuperá-los, também não faço questão de saber (mentira), pois minha preguiça radioativa não permitiria esforço além do normal para tê-los de volta.

Falando em radioatividade (?), Radiohead no Brasil. RADIOHEAD NO BRASIL. Em março. Radiohead. No Brasil. Poderia ser melhor? Claro, poderia, mas acredito que o John Lennon e o George Harrison não rescussitarão para realizar um show, principalmente em terras tupiniquins. Então, ótimo. Mas pode ser pior, porque Murphy é um estraga-prazeres: posso não conseguir ir. E tudo indica que é o que acontecerá, porque me falta "tempo" ($!). Pensando nisto, meu cérebro amado (meio capenga e lerdo, mas amado) teve as brilhantes idéias de:

1) Formar uma quadrilha de interessado em ir ao show;
2) Chamar de quadrilha "In Raindows";
3) Ser a líder do grupo;
4) Planejar uma assalto a um banco;
5) Assaltar o tal banco;
6) Ir ao show.
7) Conseguir entrar no camarim, agarrar o Thom Yorke, perguntar se ele quer casar comigo;
8) Fazer macumba pra que ele diga sim.

Bem, é isto. Agora é pôr todas as idéias em prática. E não ser presa. E casar com o Thom. Ainda bem que sonhar é "de grátis".

16.11.08

Papai Noel, meu querido:

14.11.08

Sexta-feira.

Dia tão bom.

Pure Reason Revolution - Victorious Cupid.



Do tipo de música que não dá pra parar de ouvir.

13.11.08

Com vocês, Marília Pasquale!



Vamos todos aprender a abreviar corretamente, vamos? Então, gravem bem na mente: a abreviação correta para horas é "7h".

E, site da Chiclets, pega mal um site tão bem feitinho em flash com um erro desses. Vamos corrigir, vamos?

E, sim, eu sou muito chata.

12.11.08

Globo, você quer mesmo perder audiência?

Boh lee chun (1999).
Diretor: Vincent Kok. Escrito por Jackie Chan.

Cena: Ser portador de idiotia aguda entrega uma concha grande, de formato duvidoso e feia para jovem também portadora de idiotia, porém em estado mais grave.

Diálogo:
— Olha, é pra você. - entrega a concha estranha.
— Ninguém nunca me deu uma concha assim. - recebe a concha fazendo cara de autista.
— Pois ela é sua agora.
— Ah, parece ser bem cara.
— Custou 100 reais. - diz, satisfeito pela compra.
— Nossa! - mostra-se espantada.
— Ah, meu amigo é dono de um estúdio de fotografia. - entrega um folheto brega com a foto de um casal feliz & saltitante.
— Oh, você quer a minha mão? - pega o folheto e chega a esta conclusão.
— Não é que... sim, eu quero. Você aceita?
— Sim, vou pensar.
— É que a joalheria estava fechada, então eu comprei a concha. - explica o rapaz.
— Ah. - saí de cena feliz, levando consigo toda a graciosidade de sua péssima atuação.

Conclusão do telespectador (no caso, eu):
Deus, obrigada por ter me feito desligar a tv, se assistisse por mais de 10 minutos ficaria traumatizada.

Recado do telespectador (eu, no caso) pro Jackie:
Jackie, você é rico, eu sei. Mas não precisa jogar dinheiro no lixo, nem rasgá-lo, ou pior: gastar na produção de um filme como este que fez. Não que os outros filmes que tenha feito sejam bons, mas este ultrapassou a barreira do absurdo. Sei que o dinheiro é seu, mas seria muito mais útil se o doasse pra mim.

No, woman, no cry.

Hoje é quarta-feira. Exatamente no meio da semana, se contarmos errado, como a maioria faz, achando que segunda é o primeiro dia dela. Mas, enfim, é quarta. O meio. Daqui mais quatro, é o fim. O fim, entende? Quase lá, mas muito longe. Por mim não passava de quarta, não que eu esteja apreensiva e absurdamente descontrolada emocionalmente como sempre fico, estando ou não em dias de tpm. Mas é que... sei lá. E se der tudo errado mesmo, a culpa é minha. E só minha. E eu não me culpo por isso. Na verdade, bem verdadeira mesmo, eu me auto-crucificarei como é de praxe. Só que não seria a primeira vez, então eu estou acostumada com o peso da cruz em minhas costas. Já nem pesa tanto assim. Tanto faz.

Antes de hoje, tudo ótimo. Não poderia ser melhor. Estou fora do alcance das mãos do Murphy, até então. Queiram todos o deuses dos Olimpo que dure, tipo, daqui uns longos milênios. Mas hoje ainda é quarta, é meio da semana. E o Murphy sempre dá um jeito de, bem, todo mundo sabe. Levando em consideração toda a minha carga de pessimismo radioativo, eu acho que: "eu sei e você sabe, já que a vida quis assim". Pois é.

Constatação 1: Sempre que fico um longo período sem escrever, e trato de reclamar e avisar que não voltarei aqui por longas décadas, surge a vontade de redigir alguma coisa.
Constatação 2: ... de redigir alguma coisa "sem pé e nem cabeça".
Constatação 3: Títulos em inglês soam tão mais agradáveis. Por que será?

É ritmo, é ritmo de festa.

Até que o tal do XML não é algo assim tão absurdamente assustador. Tanto não é, que consegui pôr todo (grande parte, na verdade) do meu layout com os malditos códigos. Ponto pra mim.

E eu não tenho mais assunto. Ou talvez só falte vontade pra escrever asneiras por aqui. É uma fase comum, vez em sempre aparece. E, por enquanto, fantasmas que aqui vêm a procura de qualquer atualização, vão... fazer qualquer outra coisa.

6.11.08

Constatações do dia.

1) XML é coisa do demo. Não dá, não consigo. Não entram em minha cabeça aqueles malditos códigos. Não tenho paciência nenhuma pra eles, nem para os erros por causa de um único ponto fora do lugar.

2) Mães são cegas. "O amor é cego" é a frase mais pertinente ao amor maternal. Porque só mãe mesmo pra achar o filho lindo, principalmente quando ele não é.

Minha vizinhança me assusta.

Vizinhos ouvindo Sixpence None the Ritcher e cantando junto. Seria o fim dos tempos? Jesus está voltando? Vou tratar de ler logo a bíblia, porque com certeza as duas perguntas têm respostas positivas.

4.11.08

The end has only begun.

Tem alguma coisa fora do lugar e que está afetando todas as outras. Gostaria de saber o que é.