Ontem o dia estava frio, nublado, chovia a cada minuto. Tava bom e ruim.
Saí com minha mãe pra fazer uma prova (ela sempre tem que ir comigo pra esses lugares, senão eu fico perdida, sem saber o que fazer.
Forever and ever agarrada às pernas da genitora). Cheguei cedo demais como precaução, e fiquei mais de uma hora e meia esperando na porta dum colégio estadual pra entrar.
Tinha gente de todo tipo por lá. Uns ou muito "inferiores" ao local, outros que tenho certeza nunca pisaram num colégio daqueles. Parecia a junção das classes A e B (C, D...), mas todos ali por um mesmo motivo. Eu tava me sentindo meio
voyer observando cada detalhezinho das pessoas ou de sandálias havianas ou com saltos de mais de dez centímetros.
Na sala onde estava tinha umas 15 pessoas. Dessas quinze, um único homem e umas mil Marílias. Nunca vi tanta gente de mesmo nome junta, eram todas tão diferentes. Aposto que a única coisa parecida ali era o nome. Marílias altas, baixas, gordas, de cabelos curtos/longos, morenas, brancas. E eu que sempre achei meu nome "raro", haha. Em todos os colégio em que estudei só tinha, no máximo, duas Marílias. Ou só eu. Eu era a única que o professor de literatura fazia gozação quando se referia ao livro Marília de Dirceu. Aquele livro chato, sabe? O do Tomás Antônio Gonzaga. Eu era a única. Até ontem.
Será que todas aquelas dali tiveram professores de literatura que as relacionavam ao Tomás? Ao Dirceu?
Aí eu fiquei pensando que um nome não é nada. Serve só pra não te chamar de "ei", "pessoa", porque um nome não te transforma numa cópia carbono da outra, a não ser que você queira, sei lá.
É, foi um momento filosófico frustrado.
* Comecei a desenhar um pseudo-comic numa agenda.
Antigamente... Hm, digo, até sexta eu só conseguia copiar desenhos. Coisas dos outros, pois não conseguia criar. Só umas raras (bem raras!) vezes saia algo inteiramente meu. Mas, de tão poucas, desconsiderava. Aí eu criei um pseudo-comic numa agenda. A história de uma garota tímica, confusa e de óculos grandes. Tirando os óculos, sou eu.
* Eu acho Linkin Park uma banda de uma música só. Não tipo aqueles cantores que fazem sucesso com uma só música e depois somem, mas como uma banda capaz de produzir toda uma discografia tão igual que, se juntarmos tudo numa única faixa, nem dá pra distinguir quando começa uma e termina a outra música.
* Acho que já enjoei deste layout. Por que será que eu sempre me importo com essas coisas fúteis? Porque, muito provavelmente, um espírito de patty (ainda existem pattys?) baixa em mim de vez em quando. De qualquer forma, não vou mudar. Aliás, pensando aqui mais 'a fundo'... a vontade, na verdade, é de deletar o blog.