17.6.08

Regina Volpato me entenderia.

Esse povo do Casos de Família é tão doido. Se alguém da platéia diz "oi", a platéia aplaude. Nunca vi. O bom é que se sua auto-estima estiver bem baixa, é só ir pra lá, falar "oi" ou qualquer merda e receber uma chuva de aplausos.

Aham, eu tô assistindo Casos de Família. Eu poderia estar roubando, poderia estar matando... mas só tô assistindo o programa da Volpato em paz.

15.6.08

Das Parfum.

O Perfume, o filme, não chamou muito a minha atenção. Pelo trailer que vi em 2006, pensei ser um filme fantástico que tratava de obsessão, sociopatia, assassinato, etc. Até era, pois a história que se passa no filme é sobre tudo isto. Mas, quando assisti, me decepcionei de certa forma. Eu sempre me decepciono quando crio espectativas demais. Então, tratei de levar a minha opinião e recordação do filme pra um espaço ínfimo da minha memória, a ponto de esquecer em partes e lembrar quando necessário. Achei que necessário seria o nunca, mas... não.

Ontem fui à biblioteca de uma faculdade particular para dar uma olhadela nos livros. Nada que chamasse muita atenção na parte das obras literárias, mas aí achei o livro O Perfume. Não sabia que se tratava dum filme inspirado num livro. Livros sempre têm mais detalhes, é o que dizem e eu concordo. Poderia ser melhor que o filme. Com certeza deveria ser. Mais detalhes, melhor. Li a primeira página pra dar uma conferida na linguagem, porque linguagem, assim, caprichada demais, culta demais não flui numa boa leitura pra mim. E não era, era até engraçado. Isto na primeira página. O resto deveria ser bem melhor, foi o que pensei. Não lembro do filme ser engraçado. Na verdade, não lembro tanta coisa assim. Umas cenas aleatórias, mas nem da feição do ator principal eu lembro mais. Deveria tê-lo achado comum, uma beleza insignificante ou uma feiúra normal, algo assim. Comum, insignificante e normal para mim, para o padrão "despadronizado" de beleza que eu adoto e vejo nas pessoas, claro.

O livro, de tão boa e agradável que está sendo a leitura, me trouxe uma vontade de rever o filme. Vai que, sei lá, por intermédio do Patrick Süskind (autor do livro que é best-seller), eu me apaixone pelo longa, tire-o da parte "ínfima" e leve-o pra estante mental dos meus filmes favoritos. Porque o tema é bom. Essas coisas que envolvem "distúrbios" mentais me fascinam tanto, que esse filme tem, agora, muito mais chances de sair do espacinho para filmes ruins/meia-boca/"por que eu assisti essa merda?".

13.6.08

Ódio no coração.

Tá de "barriga cheia" e ainda reclama? Merece uma surra sem limites. Me irrita (o que não me irrita?) essa gente com tudo e que ainda reclama. O que é mais que tudo, minha gente? Vocês querem o quê, dominar o mundo também? Como dizia a minha avó: "merece é uma surra de cansanção". Ah, o que conta é subjetividade, é? Que ótimo! Vá estudar literatura, de preferência a escola do romantismo (do ultra, se quer algo mais subjetivo e emo), galerinha. O seu carrinho do ano na garagem é pouco, né? Sua casinha muito bonita e bem decorada também? Oh! So sad. Que tal uma reviravolta? Você pode ir pra um colégio público, quem sabe? E começar a trabalhar, caso seja um jovem que ache que amor maternal e paternal não é só "bem material", porque você pode dar adeus aos bens que eles lhe dão e conseguir os seus próprios com o SEU dinheirinho suado. Suor, né, você sabe o que é isso? Ou só quando tá na academia que seus papis pagam pra dar um "up" no corpitcho?

Vá se sustentar, vá procurar sua subjetividade sem ficar se queixando pra quem tem mais o que fazer, porra. Vá se foder também.

¬¬

12.6.08

Sobre Chuck Palahniuk, Britney Spears e anos oitenta.

Das citações do O Sobrevivente, livro do Chuck:
"Minha vida inteira passei esquecendo. É a minha habilidade profissional mais valiosa."

"A verdade é que você pode ficar órfão várias vezes. A verdade é que você ficará. E o segredo é que isso machuca cada vez menos, até o ponto em que você não sente mais nada."

"Você nunca viu um crucifixo com um Jesus que não estivesse quase nu. Você nunca viu um Jesus gordo. Ou um Jesus com pêlos no corpo. Em todos os crucifixos que você já viu, Jesus parece um modelo num comercial de jeans ou de perfume masculino."

"Porque a única diferença entre suicídio e martírio é a quantidade de cobertura na imprensa. Se uma árvore cai na floresta e ninguém está lá para ouvir, ela não fica lá simplesmente apodrecendo? E se Cristo tivesse morrido de uma overdose de barbitúricos, sozinho no chão do banheiro, ele teria ido para o céu?"

"Descobriu tudo sobre mim, menos a verdade."

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Da falta do que fazer:


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Das considerações acerca dos anos oitenta e os dias atuais:

Sabe o que tá faltando nessas bandas de hoje? Teclado. Teclado em excesso. Quando mais teclado, mais brega. Quando mais brega, mais anos oitenta. Consecutivamente, mais legal.

11.6.08

Your mother should know.

A Globo (e todas as outras emissoras) está perdendo a oportunidade de ter ótimos atores e atrizes. É uma verdade tão verdadeira isto, e é uma pena, uma grande pena, que eles deixem suas portas fechadas para o novo. É sempre um Fagundes, uma Cláudia Raia ou qualquer outro já muito gasto. Mas eu, como boa visionária que sou, penso que se as porteiras globais (ou recordianas, bandianas, etc) fossem abertas de forma que atores como a sua vizinha falsa ao lado, a sua coleguinha também tão verdadeira como uma unha postiça fosse contratada para atuar, as novelas e filmes -, o que quer que seja - seriam de uma qualidade indescritível! Claro, levando em consideração a capacidade de dissimular dessas pessoas, as atuações seriam ótimas, deixando qualquer tiozão e muito utilizado no chinelo. Pois eles, os fingidos, nasceram com o dom de enganar. A arte teatral corre em suas veias. Let's contratá-los right now.

9.6.08

Where I End and You Begin.

Ontem o dia estava frio, nublado, chovia a cada minuto. Tava bom e ruim.

Saí com minha mãe pra fazer uma prova (ela sempre tem que ir comigo pra esses lugares, senão eu fico perdida, sem saber o que fazer. Forever and ever agarrada às pernas da genitora). Cheguei cedo demais como precaução, e fiquei mais de uma hora e meia esperando na porta dum colégio estadual pra entrar.

Tinha gente de todo tipo por lá. Uns ou muito "inferiores" ao local, outros que tenho certeza nunca pisaram num colégio daqueles. Parecia a junção das classes A e B (C, D...), mas todos ali por um mesmo motivo. Eu tava me sentindo meio voyer observando cada detalhezinho das pessoas ou de sandálias havianas ou com saltos de mais de dez centímetros.

Na sala onde estava tinha umas 15 pessoas. Dessas quinze, um único homem e umas mil Marílias. Nunca vi tanta gente de mesmo nome junta, eram todas tão diferentes. Aposto que a única coisa parecida ali era o nome. Marílias altas, baixas, gordas, de cabelos curtos/longos, morenas, brancas. E eu que sempre achei meu nome "raro", haha. Em todos os colégio em que estudei só tinha, no máximo, duas Marílias. Ou só eu. Eu era a única que o professor de literatura fazia gozação quando se referia ao livro Marília de Dirceu. Aquele livro chato, sabe? O do Tomás Antônio Gonzaga. Eu era a única. Até ontem.

Será que todas aquelas dali tiveram professores de literatura que as relacionavam ao Tomás? Ao Dirceu?
Aí eu fiquei pensando que um nome não é nada. Serve só pra não te chamar de "ei", "pessoa", porque um nome não te transforma numa cópia carbono da outra, a não ser que você queira, sei lá.

É, foi um momento filosófico frustrado.



* Comecei a desenhar um pseudo-comic numa agenda.
Antigamente... Hm, digo, até sexta eu só conseguia copiar desenhos. Coisas dos outros, pois não conseguia criar. Só umas raras (bem raras!) vezes saia algo inteiramente meu. Mas, de tão poucas, desconsiderava. Aí eu criei um pseudo-comic numa agenda. A história de uma garota tímica, confusa e de óculos grandes. Tirando os óculos, sou eu.

* Eu acho Linkin Park uma banda de uma música só. Não tipo aqueles cantores que fazem sucesso com uma só música e depois somem, mas como uma banda capaz de produzir toda uma discografia tão igual que, se juntarmos tudo numa única faixa, nem dá pra distinguir quando começa uma e termina a outra música.

* Acho que já enjoei deste layout. Por que será que eu sempre me importo com essas coisas fúteis? Porque, muito provavelmente, um espírito de patty (ainda existem pattys?) baixa em mim de vez em quando. De qualquer forma, não vou mudar. Aliás, pensando aqui mais 'a fundo'... a vontade, na verdade, é de deletar o blog.

5.6.08

Credo!

O "sapato" mais feio que o homem já foi capaz de criar.

Precisava postar isso aqui. Tô bege.
E conseguiu ser mais feio do que a aberração do Croc.

Ps: Mais um.

Stranger things have happened.

Mais um sonho bizarro. Desta vez, quando acordei, senti que tinha acabado de sair do cinema. Quase pensei em escrever um roteiro e mandar pra algum diretor holywoodiano.
Bombas, navios, muita adrenalina, pessoas morrendo, shopping, prisões, pessoa boazinha se sacrificando no final. Ao término, tocando Vanessa da Mata, saindo de um esgoto, indo parar num rio cristalino e os créditos do filme. Detalhe que eu acordei mais cedo, mas como o filme... hm, o sonho tava tão bom, resolvi voltar a dormir e consegui acompanhar de onde parei.

Falta de assunto invadindo, sabe?

3.6.08

:(

Pra uma medrosa como eu, notícias desta estirpe me deixam bem serelepe. :D