31.5.08

It's Halloween - To make things better.

#1 - entre na página wikipedia.org/wiki/Special:Random: o título será o nome da sua banda.
#2 - entre na página www.quotationspage.com/random.php3: as 4 últimas palavras da última frase será o nome do album.
#3 - entre na página www.flickr.com/explore/interesting/7days: a terceira foto será a capa do album.



Banda fictícia de nome It's Halloween, com álbum também fictício chamado "To make things better".
Imagem do flickr Nature Loving. Fonte Champagne, do Dafont.



(maior resolução)

Capa que fiz pra um amigo. :)

29.5.08

Fight!

Eu gosto de gatos, gosto muito, sempre gostei. Pensei em adotar um, mas Lisa, minha cadelinha, passou na frente e foi a sortuda. Ou nem tãão sortuda assim, já que eu cuido dela. E, bem... isso não importa.

Estava eu aqui no ápice da falta do que fazer e nerdice na net, quando ouço grunhidos (é isso que gatos fazem, não é?). Pensei que não era nada de mais, nada que valesse a pena levantar da cadeira, sair do conforto nérdico perante o monitor. Mas era. Dois gatos enoooormes (felinos mesmo, não pense besteira) brigando loucamente. De primeira, pensei que era brincadeira. Porém brincadeira com mordidas, pêlos voando, gatos cambaleando no telhado da garagem, vizinha já na janela com olhos arregalados de espanto, não parecia ser mesmo uma brincadeirinha. Era fight, e da felina. Coisa nunca antes vista por meus olhinhos ingênuos e castos. Fui apartar. Com água. Gotinhas, porque tenho pena. Mas a coisa tava séria e eles não se soltavam por nada. Assim, nada. Enraiveci. Como pode? Era questão de honra separá-los e declarar a paz. Peguei um vaso, enchi de água e praticamente dei um banho nos dois. E não separaram, assim, por completo. Vizinha de olhos arregalados entrou em ação. Ela e a vassoura dela. Não que seja bruxa. Quer dizer, não sei. Parece um pouco. Não vem ao caso. Juntamos as forças. Eu, água, vizinha e vassoura. Foi árduo, mas a paz foi finalmente declarada. Pelo menos aqui, no telhado da garagem.

28.5.08

Programas para oligofrênicos desesperados, feitos por apresentadores desesperados que acham que os telespectadores são mesmo doentes mentais.

(dão no saco. Não deu o título completo)

Sempre rola dinheiro. Sempre. Então o povo faz tudo, não é? Até toleram ser tratados como pessoas com dificuldade pra raciocinar. E eles soletram, falam bem devagar, só não desenham porque é meio impossível de se fazer. Mas fariam, se desse. Eu odeio, odeio muito. O âmago do meu ser odeia-os em toses cavalares.

Hoje em Dia. Hoje em Dia é um programa da Record, do bispo da sessão do descarrego. Sabe, Hoje em Dia é um programa até suportável se comparado aos outros da espécie feitos-para-retardados, mas... nem por isto é bom. Há um quadro que eles inventaram tem um tempo (e, pelo caminhar da carruagem - adoro frases clichês -, durará para todo o sempre) o "O que tem na mala/pasta/panela/cofre/objeto que caiba alguma coisa dentro?" de algum dos apresentadores, que são 3 e meio. Três e meio por causa de uma que entrou pra fazer fofocas e não faz mais, a Chris, uma consorte da Ana Hickman. Então, é meio. E eles oferecem muito dinheiro pra você adivinhar, o que atiça o povo brasileiro. Dinheiro, entende? Povo precisa, povo quer. Aí, pronto, é um tratar como demente que não tem fim. Zilhões de propagandas, um tal de esperar na linha, de o diretor meter-se a apresentador. Um saco. Um saco e eu assisto. Porque eu não tenho dignidade nem vergonha na cara.

Esse post foi feito com muito ódio no coração.

26.5.08

Conversa de botas batidas.

Aproveitando o ensejo, estou lendo À Caça de Amanda, um daqueles livros em "promoção" das Lojas Americanas. Tipo, foi a junção do útil ao agradável: preço bom, capa interessante (é, comprar algo por causa da "embalagem" é patético, mas tudo é um pouco patético de fato) e quinhentas e dez páginas (mais um ponto patético: livros grossos *insira aquele emoticon com cara de safado aqui* chamam mais a minha atenção. Gosto de muitos detalhes, muito história, enrolação - porque esta é minha meta de vida, enrolar - e de um livro que não me abandone tão cedo. Creio que a maioria fuja deles, mas faço parte da minoria com muito orguio *síndrome underground*).

Como eu não leio muitos livros por ano (eu só leio quanto estou realmente a fim, quando o clima tá bom, quando a luz favorece, quando não tem ninguém por perto me enchendo o saco, em anos bissextos e o que menos importa é quantidade, números e blábláblá. Prefiro os que me acompanharão por mais tempo. Uma espécie de carência, eu diria. Quando não são grossos, leio com pena e em slow motion só pra acabar mais devagar, hehe.

24.5.08

Créu.



Adoro ser acordada pela vizinha. Adoro quando ela bate na porta às 6h da manhã. Adoro o fato de ela insistir quando ninguém atende... porque às 6h, num sábado, pessoas dormem.

A imagem não tem muito a ver, só estava com photoshop aberto e quis fazer... algo.

21.5.08

Devaneios gramaticais.

Conclusões desinteressantes que obtive ao longo de uma tarde de estudos.

Assunto: Gramática, a temida e por (muitas!) vezes odiada (faço parte da fila dos que a temem, odeiam e não entendem bulhufas).

1) Deve ser chato ser uma oração subordinada. E tem gente que é. Não uma oração (o que seria menos drástico), mas uma vida todinha de dependência.

2) Acento afetivo é muito legal. Eu não sabia que isso existia até hoje. Segundo a gramática que tenho, o Acento Afetivo ocorre quando estamos, por exemplo, tomados por raiva ou sentimento de desprezo em relação ao indivíduo e acabamos expressando foneticamente. Achei digno sentimentos dominarem até a gramática. Os de raiva, principalmente.

3) Sempre estive in love com Apostos. Quando seu texto tá pobre, basta encher de apostos. Eles salvam vidas, textos, etc.

Agora é a vez da matemática. Às vezes dá vontade de sugar conhecimento por osmose, mas não pra igualar, pra pegar tudo pra mim. Como osmose pra inteligência ainda não existe, me restam os livros. Seja o que Deus quiser; se ele existir, é claro.

19.5.08

Fases...

(A vida é realmente feita delas)

Sempre tive mania de guardar coisas. Desde papéis velhos até cds de arquivos antigos. Hoje, resolvi dar uma fuçada em alguns desses cds e me deparei com uma Marília de 2005, uma que eu nem reconheci direito. Da forma de escrever até as imagens que eu copiava da net, tudo mudou muito. Ainda bem.

~ ~ ~

Mudando totalmente de assunto... Me vi obrigada a dar um conselho pra humanidade:
Espelhos, gente, espelhos. Custa nada dar uma olhadinha pra eles de vez em quando.

18.5.08

Fases. II

(A vida é realmente feita delas)

Sempre tive mania de guardar coisas. Desde papéis velhos até cds de arquivos antigos. Hoje, resolvi dar uma fuçada em alguns desses cds e me deparei com uma Marília de 2005, uma que eu nem reconheci direito. Da forma de escrever até as imagens que eu copiava da net, tudo mudou muito.

Em 2005, estava numa fase... digamos, "dark" da vida. Roupas pretas, músicas "góticas", textos bem deprimidos e carregados (por falar nesses textos, uma vez uma garota disse que eu escrevia como se estivesse sendo espremida como uma laranja. Logo, dá pra ter noção do exagero de sentimentos e dramaticidade deles. Uma emo pré-histórica? Haha). Se bem me lembro, isto começou mesmo em maio de 2005, fez três anos completos no dia 18 (ontem).

E eu mudei bastante nesses anos que se passaram. Ainda bem.

~ ~ ~

Mudando totalmente de assunto... Me vi obrigada a dar um conselho pra humanidade:
Espelhos, gente, espelhos. Custa nada dar uma olhadinha pra eles de vez em quando.


* Postado originalmente em meu antigo blog, o Maryonete.

16.5.08

Cartinha pra alguém que não é você.

Frôr do meu jardim secreto,

Perceba que... é problema SEU se você tem problemas. São seus, entende? De mais ninguém. Você não pode embrulhar alguns pra presente e me dar, por mais gentil que pareça. Sacou ou quer que eu desenhe? Eu posso soletrar também, fazer uns gráficos, slides, você decide. Porque, preste bem atenção nesta parte, TODO MUNDO tem sua coleção particular de problemas.

Stay beautiful! :*

13.5.08

5 músicos que deveriam estar vivos

1) Kurt Cobain
Nunca fui muito fã do Nirvana, mas... enfim.

2) Renato Russo
Uma das vozes mais comíveis do mundo.

3) John Lennon
Oi, Beatles.

4) George Harrison
Oi, Beatles. ²

5) ?
Ainda não sei. Não recordo nenhum outro essencial para a minha sobrevivência musical que tenha morrido. Então, de forma mórbida, deixo em aberto, caso algum morra. Hahaha. Sou doente.

Não há uma ordem correta. Se for pra ressuscitar, que ressuscitem todos de uma vez.


Ainda sobre música, tenho minha playlist para dias de chuva/deprê, dias felizes, entre outros. Também os de violence mode, dias em que você só não mata alguém porque seu lado bom é forte. Não o de todos, só para constar.
Alguém já ouviu Grieg? Já ouviu In the hall of the moutain king? É a música para matar. É a música que está faltando nos filmes de serial killer, de terror. Dá pra imaginar a faquinha, o sangue, o grito abafado. Não sou psicopata, saliento. Músicas clássicas, tipo a 9ª sinfonia no Beethoven, foram feitas para tais eventos.

12.5.08

WTF?

"sendo o mais recente nome a se juntar a um espectro que compreende Gregório de Mattos (1633-1696), Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) e Manuel Bandeira (1886-1968) na produção histórica nacional."

Se foi ironia, exagerou. A pessoa que escreveu estava com excesso de álcool no sangue, fazendo uso de drogas pesadas, tragando altos oréganos, só pode.

Agora, o poema (obra-prima) mais lindo, bem escrito e feito pela Cláudia Leitte (Ivete Sangalo cover) está bem aqui. Seja forte!

Fonte: G1.

11.5.08

Protesto!

o1) Contra toda forma de opressão com a "pirataria internética". Quem pode, compra; quem não pode, baixa! :x

9.5.08

Sensacionalismo: falta de senso do rídiculo por uns pontinhos no ibope (ou outras coisas convenientes ao momento).

Hoje, às 8h, fui acordada pelo maldito e estridente som do telefone. Era a minha mãe, mas entre o espreguiçar e o mandar o aparelho que grita em horas impertinentes pro inferno, não deu tempo de atendê-la. Então, acordada e sem conseguir voltar ao sono, liguei a televisão para ver o que estava passando. Se não fossem desenhos, seriam aqueles programas culinários que, de forma muito malvadinha, mostram as comidas mais deliciosas justamente no momento em que nosso estômago anseia por algum alimento.

E lá estava passando a dona Ana Maria Braga e sua mãe, que do nome não recordo. Bonitinha, a senhora. Senhorinhas de cabelos brancos sempre me fazem lembrar da minha vó, ela não está mais aqui. Nem liguei a imagem que passava ao símbolo de "arquivo", logo abaixo. Terminaram de exibir, e lá estava a Ana chorando, chorando muito. Não sei se é isto mesmo, mas muito provável que sua mãe tenha falecido. Por isto, o choro tão descontrolado. Num dado momento, a sua filha apareceu com algum prato, acho que especialidade da mãe, e as duas choram, abraças. Obviamente a câmera, aquela que tem que prender os telespectadores à telinha, chegou o mais próximo possível dos rostos, pra mostrar o choro da apresentadora. Mau gosto e sensacionalismo andam de mãos dadas. E, se duvidar, namoram de forma fervorosa.

Achei ridículo. Bom senso nunca é demais em situações onde há exposição de uma pessoa, não estamos lidando com um robozinho e, por isto, devemos agir da forma mais fdp pra conseguir uns pontinhos a mais no ibope. Ou o que quer que seja.

Lembrei do dia do enterro da minha avó. Neste dia, o marido da minha tia materna resolveu que poderia usar todo o seu mau gosto e falta de bom senso pra me perguntar como andava a minha vida sem a minha vó, exatamente um dia depois de ela morrer. A minha vontade, naquele momento, era de dar um soco bem no olho dele, pra ver como seria viver com uma mancha roxa por alguns dias. Mas não fiz.

7.5.08

I (don't) feel fine.

Não nos últimos dias, nos últimos meses, não neste 2008. Ok, alguns dias foram bons, coisas boas aconteceram, surgiram pessoas novas na minha vida (algumas apenas mudaram de patamar). Porém, ontem eu percebi que só eu posso mudar toda essa merda que circunda a minha vidinha, destruir de vez este ímã de coisas negativas, parar de reclamar e ir viver normalmente A vontade de mudar vai deixar de ser só uma vontade, um sonho pra ser realizado depois, virará ação. Parece até discurso de político ou aquelas listinhas que se faz no fim do ano (onde acabamos não cumprindo quase nada), mas... whatever. Já decidi.

Ontem foi um dia pra marcar todos os outros. Senti raiva, me decepcionei, fiquei mal-humorada e me livrei da camisa de força do conformismo e comodismo.

I don't feel fine... yet.

5.5.08

Hype.

Estava no orkut fazendo alguma coisa que eu não lembro agora (nada?), acho que estava em uma comunidade sobre o last.fm, realmente não ando com a memória muito boa. Então, lí o nome Mallu Magalhães. "Who?", pensei. Pensava que era uma escritora ou algo assim. Mas, não. Acho que só eu não conhecia esta menina prodígio de quinze anos que canta, compõe, virou moda, tem myspace, comunidade com 11 mil membros, esteve no Jô e no Altas Horas, gravou 4 músicas, respira, come, defeca, é jedi, etc. Me senti meio excluída do universo. Talvez eu fosse a única viv'alma que não a conhecia. Tive o brilho da inocência ofuscado pelo hype.
Detalhe que eu (ainda) não ouvi nenhuma música. Sabe, tenho preguiça de ouvir.


Ainda sobre o hype, o que tinha de gente falando sobre Juno não está no gibi. Coisa do ano passado, já o abandonaram pra procurar outras coisas não "last week", aí fui conferir. Bonitinho, fofinho, gostei. Nada além, nada que me faça filosofar sobre o porquê da existência humana, niilismo e essas coisas.
Agora, a Ellen Page e o Michael Cera conseguiram deixar uma música tosca (a versão original dela é, e muito. Se eu fosse da banda The Moldy Peaches, teria muita vergonha) numa música boa pra se ouvir, até abusando do repeat (coisa que ando fazendo).



(Michael Cera and Ellen Page - Anyone Else But You. Cena do filme Juno.)

3.5.08

Pequeno Príncipe.

caetano veloso

Caetano Veloso se tornando eternamente responsável por aquilo que cativas.


- Desenha-me uma ovelha?

Gente

Gente cansa. Cansa o fato de gente ter sentimentos, vontades, essas coisas que vejo obrigada a me importar. Me cansa muito o fato de eu ter que me anular por causa dos outros. Mas, sabe, tanto tempo que faço essas coisas, que já nem sei como é não ligar. Porém, cansa. E eu tô bem cansada disto tudo. Não é pra fazer sentido, porque basta a mim entender o que eu tô escrevendo. E sentindo. Agorinha mesmo a minha vontade é de mandar todo o universo se foder. Com gosto, muito gosto. Mas eu não vou. Minha voz não bastaria pra que minha vontade se realizasse, mas o desejo é mesmo este. Gente cansa demais. Eu sou gente, eu canso de mim também. Mas jogar os outros no limbo é bem mais fácil do que me jogar. E eu sou egocêntrica. E confusa. E agora mesmo tô indo contra tudo que eu disse. Porque uma pessoa egocêntrica não tá nem aí pros outros. O fato é que eu nunca disse que sou normal. Sou uma egoísta altruísta.


Eu admiro o que não presta, eu escravizo quem eu gosto. Eu não entendo. Eu trago o lixo para dentro. Eu abro a porta para estranhos, eu cumprimento. Eu quero aquilo que não tenho, eu tenho tanto a fazer, eu faço tudo pela metade, eu não não percebo, eu falo muito palavrão, eu falo muito mal, eu falo muito mesmo sem saber o que estou falando. Eu falo muito bem, eu minto.

2.5.08

Filosofias de msn

Tem gente que nasce com a cota de sorte negativa. As de beleza e inteligência também.

(meu caso)

1.5.08

Fases

Tem uma fase minha voltando. Nada legal isto. Tipo, nada.