30.3.08

Across the Universe. Nothing is gonna change my world :~

Hoje é domingo. Como eu já disse (ou acho que já disse), domingo é o dia oficial do tédio. Dia de não ter o que assistir, o que fazer. Normalmente chove, aí você dorme. Passa até relativamente mais rápido. Ou faz sol, muito sol e você derrete. Prefiro chuva. E eu não sei o motivo de eu ter escrito isto, acho que é porque não sabia como começar o post. Então, desconsidere.



Baixei Across the Universe, musical com músicas (eu tentei escrever isto de outra forma, mas não achei nada. Tipo, musical é com música. Dois mais dois é quatro, menos pro Radiohead; mas eu não sabia MESMO como formular a frase. Whatever) dos Bítous, há algumas eternidades. Tava enrolando pra assistir, pois acho que pra ver um musical é preciso de saco e de vontade, coisas que tavam em falta no meu estoque pessoal. Parei com a procrastinação (sempre quis usar esta palavra numa frase u.u) e vi. Achei muito bom, as versões ficaram boas, as cenas mesclaram-se quase que perfeitamente com as músicas. Pra assistir mais vezes, certeza.
O Jim Sturgess cantando All my loving é tão fofo. Na verdade, o que não é fofo nele, eu não sei.
Tem também uma presença super especial do Kurt Cobain, que na verdade é o Joe Anderson, sua fotocópia.

Mas vamos pra parte ruim do domingo. Sempre tem parte ruim, né, o dia PEDE algo no nível. São sete e meia da noite e tô ouvindo Créu involuntariamente, só pra constar. É o que dá ter uma vizinha no mínimo sem nenhuma noção, baixo astral e uns outros adjetivos ruins e mais uns xingamentos "de brinde". Aniversário da cria dela, do mais novo, de apenas um ano. E tá tocando Créu. Uma festa e tanto na garagem, com direito a carro brega de mensagens na porta, fogos de artifício, discurso materno piegas ("Adradeço a jesuuus por esse menino tá na minha vida!!! Obrigada, Deeeeeeuuusssss!!"), gritos de crianças ("Eu amo meu irmããããoooo", com uma voz docemente aguda num microfone de otema qualidade), e dor de cabeça. O último é só em mim. Fogos assustam a minha cadelinha, que tá agora tremendo perto da minha mãe. Coitada da Lisa, a cadelinha, e do filho mais novo da vizinha. Festinha de uma criança inocente regada a pagode e funk, total a ver com o momento. Mas o filho não é meu, só me resta aguentar o som até a madrugada, quando todos estarão bêbados e cansados. Lecau.

O que isso na cabeça do cara que canta Crazy? Erupções? Montanhas? Cumes? Wtf? Lembra até o Sebastian da C&A.

O Marcelo do BBB é tão legal. Não tenho culpa se eu gosto de desequilibrados. :\

24.3.08

The strangest person in the world...



Post Secret
*him *he

17.3.08

Quatro de dezembro de dois mil e seis.

Do diário:

"[...] só tenho uma coisa a dizer: eu sou uma pedaço de fezes. E meu futuro só tem merda pela frente."

Isso prova o quanto eu adoro aniversários, principalmente quando sou eu quem está ficando mais velha. Talvez isto seja um indício dos primeiros emos da terra, e eu era um deles.

12.3.08

The Mary Onettes.

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The Mary Onettes é uma banda formada em 2000, na cidade de Jönköping, Suécia. Seus integrantes são: Philip Ekström, vocalista e guitarrista; Petter Agurén, também guitarrista; Henrik Ekström, baixista; Simon Fransson, baterista.

Segundo o Last.fm, eles tiveram como inspiração bandas dos anos 80 e 90, além de terem um som parecido com Echo & The Bunnymen, The Smiths, The Cure, The Jesus and Mary Chain, etc. Recentemente lançaram um álbum (que leva o nome da banda) com 10 faixas, que pode ser ouvido por completo aqui.

Para conhecer mais a banda, o Last disponibilizou a música Lost pra download aqui (aquele velho esqueminha do "Salvar como..."). Tem também o MySpace deles, o site do selo (Labrador), alguns vídeos dos caras no Youtube e o site oficial.

Acabei descobrindo um blog muito interessante ao pesquisar sobre o quarteto, o Planeta Pop, e lá tem uma resenha melhor e não porcamente escrita, degustem-na.


Ps.: O nome do blog surgiu por causa deles, então achei digno apresentar aqueles que tratei de usurpar o nome.

Férias para o tédio.

Um bom fim-de-semana pra compensar o tédio que andava rondando a minha existência. Clube, sol, piscina, campo e uma boa quantia de risos. Eu gostei. Que venham os próximos.

Mas, como nem tudo é um mar rosa de felicidade (não pra mim), recebi algumas notícias não tão novas. Talvez o meu radar para pessoas que não prestam já tenha me dado dicas do que estava por vir, mas é sempre um espetáculo a parte ver a "alma artística" de alguém desmoronando. :D Engraçado é o que sobra pra esse tipo de gente: resto dos outros, migalhas, entre outras coisas "boas" e igualmente merecidas. Afinal, é tudo fruto do seu trabalho árduo em ser uma bosta de pessoa. :D

4.3.08

Amor e outros desastres / Love and other disasters.

Nunca mais assistirei filmes me baseando na opinião dos outros, porque verei o que provavelmente não vou gostar. Aconteceu com os filmes do post anterior e com alguns outros.

Hoje resolvi assistir Amor e outros desastres, uma comédia romântica (que não é meu gênero favorito), sem ler nenhuma crítica ou comentário sobre o filme. Fiz bem. É divertido, não quer te passar tantas mensagens chatas, cultas, filosóficas e blá blá blá, e percebi que não perdi meu tempo. Nem também é daquelas comédias debilóides, extremamente repetitivas e sem graça.

Acho que vou começar a assistir os filmes com as piores votações, porque é garantia de que vou gostar.

3.3.08

Onde os fracos não têm vez sucks.

"Onde os fracos não tem vez" está, sem duvidas, garantido um lugarzinho no pódio dos mais entediantes filmes já feitos.

Just can't get enough.

Basta reclamar pras coisas piorarem consideravelmente.

Reclamei do tédio do domingo, das mesmas coisas de sempre, e tive um domingo "diferente".

Definindo o "diferente": depois de acordar às 3 da manhã por causa de uma mosca, passei o resto do dia doente. E o bom é que o domingo já foi embora, chegou a segunda e ainda tô aqui mal. Legal. Muito legal.


Aí eu fui ver meu orkut e...

"Sorte do dia: Hoje você vai ver um cookie de sorte que nunca viu antes."

Que isto não esteja se referindo aos meus cookies, nem que eles tenham sido usurpados de mim. ¬¬

2.3.08

Tédio dominical (pleonasmo).

Sempre considerei o domingo como o dia do tédio. Também, como se não bastasse o clima característico (tanto é que quando um dia tá parado e chato, "tá com cara de domingo"), tem a tv aberta com a sua interessante grade de atrações. Tem o Faustão, né, com o programa que parece ser reprise, já que tudo é igual, menos as roupas das bailarinas, a barriga do apresentador e o nariz do tecladista/toca tudo. Tem o Gugu com as mesmas coisas: aquele voltando pra minha terra, vulgo roça (sempre é pra roça, independente do local do nordeste.), os vídeos chatolinos e mais uma pá de coisas. Eu só queria dizer que... por que infernos existe domingo? Por que não dois sábados por semana? Ou até três, né, pra fazer caridade.

Aí eu acordei às 3 da manhã, mais ou menos. E foi uma espécie de insônia forçada graças a um ser nojento que resolveu morar na minha cama. Claro, pra ter todo o conforto, tinha que me tirar de lá. Na base da chantagem emocional. Na base da força. Da violência mesmo. Um mosquito sabe ser violento quando quer, que fique claro. E o zunido no ouvido esquerdo, mais a violência... Levantei. Ainda não entendi como eu perdi pra uma mosca.

E anteontem foi o tal 29 do ano bissexto. Um dia a mais nunca é bem vindo, então dane-se o vinte e nove.