Escrever coisas sem sentido, juntar umas palavrinhas que não combinam ou que soam intelectuais não é escrever bem ou ser poeta. E essas pessoas que tentam destoar do resto da população me irritam. Principalmente os adeptos ao modernismo fajuto. Ah, como eu odeio os pseudo-poetas sensíveis do Orkut!
Temos, ainda, a falsidade que ronda por lá, num show explícito nunca antes visto. Deve ter gente adicionando até o assassino que matou algum parente e ainda o chamando de amigo, mandando beijinhos carinhosos e uma porção daqueles gifs piscantes gays.
E o pior, o mais irritante, são as pessoas que levam aquilo a sério. É gente brigando porque não-sei-quem não respondeu scrap, ou que não-sei-quem não adicionou fulano-de-tal, ou qualquer dessas besteiras. Aposto que as mortes, os divórcios e as inimizades aumentaram depois que aquela coisa zul cegante (não mais azul calcinha) tomou conta dos corações carnavalescos dos brasileiros.
Beber a vida
58 minutos atrás
